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Novas regras para o seguro desemprego

A nova regra determina que o empregado que negar duas vezes a uma vaga de mercado ficará sem o seguro.
Os trabalhadores que dependerem do seguro desemprego devem ficar atentos às novas regras do Governo Federal. Entre as novidades estão a suspensão do benefício para quem recusar a segunda oferta de emprego de trabalho.
O Secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos informa que a regra já entrou em vigor dês do dia 04/04/2011.
Na prática, isso significa que o trabalhador, ao dar entrada no seguro desemprego, vai fazer um cadastro com o seu perfil profissional. Esses dados serão compartilhados automaticamente entre as empresas que estão com vagas em aberto, via internet.
Caso seja detectado que há vaga que combine com o perfil do trabalhador, será feito o encaminhamento pelo Sine.
Se a empresa entender que o perfil daquele profissional atende ao que está sendo pleiteado, o trabalhador poderá ser empregado.
O desejo da criação da nova regra parte do pressuposto que todos os trabalhadores querem efetivamente entrar no mercado de trabalho. Então, o desejo é buscar eficiência nessa intermediação.
Essa regra visa minimizar as fraudes que existem no sistema. Pessoas que estão desempregadas combinam com o empregado de ser contratado informalmente, sem carteira assinada e receber o seguro desemprego mais o salário.
Foi frisado nessa nova regra que, o empregado ao ser informado da vaga, o trabalhador tem o direito de negar, mas a agência do Sine irá comunicar o fato ao Ministério do Trabalho, que irá analisar se o benéfico será suspenso de imediato ou se terá uma nova oportunidade.
Na segunda oportunidade o trabalhador recusar a oferta, o cancelamento do benefício será automático. Mas destaca-se que o empregado terá o direito de não querer a vaga, porém ele deixará de receber o seguro desemprego.
Onde o trabalhador poderá requerer o Seguro desemprego:
         No Sistema Nacional de Emprego (Sine), na Delegacia Regional do Trabalho (DRT) ou nas Agências credenciadas da Caixa, no caso de trabalhador formal.
Quando poderá ser solicitado:
         O trabalhador dispensado terá do sétimo ao 120º dia corridos, imediatamente subseqüentes à data da dispensa, para solicitar o benéfico.
Como é feito o cálculo:
         O valor do benefício será calculado com a base na média dos três últimos salários. Não será inferior ao salário mínimo. Obs: O valor máximo atual da parcela é R$ 1.019,70.
Da liberação do benefício:
         As Parcelas serão liberadas a cada 30 dias da data do requerimento.

Comentários

  1. Eu como trabalhador,penso que é de extrema prioridade que tenhamos após a saída do emprego,a garantia de podermos ingressar novamente no mercado de trabalho com a garantia das entidades do governo que trabalham na emissão dos documentos do seguro desemprego e assim darmos continuidade as nossas atividades,sem depender da ajuda do governo,também penso que existe fraudes,a olho nú por partes da queles que desviam milhões de reais dos cofres públicos,e que não são punidos e ainda ganham benefícios milionários do governo sem fazer nada,essas são as piores fraudes que deixa o nosso país falido,e deixa nós trabalhadores impotentes diantre de tanta corrupção.

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  2. Fica complicado, por que existe varias situações
    o governo certamente não da a minina, essa regra deveria ser aplicada em pessoas q de 6 em 6 meses saiam de suas empresas para receber o seguro e asssim fraudava o ministério do trabalho e etc.. tenho 3 anos em uma empresa tive bebe recentimente, minha licença maternidade acaba em 2 meses irei voltar minha filha nao vai ter nem 4 meses completos, e se alimenta exclusivamente de leite materno, havia penssado na possibilidade de sair do emprego e dar atençao pra ela nos proximos meses visto q n tenho ninguem q me auxilie, as creches publicas tem q ser muito corajoso em confiar seu bebe o dia enteiro com eles. Em fim o governo certamente nao dara a minina pra esse tipo de caso, pois os filhos os excelentissimos ministros e a corgia toda devem ter 2 ou mais babas de confiança. EEE Brasil gente

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  3. Concordo plenamente com a nova regra,mas tudo tem suas escessoes,por exemplo o governo deveria pensar que antes de cancelar o seguro que é um direito do trabalhador deveria colocar também na nova regra que o trabalhador nao pode aceitar um salário abaixo do que ele ganha ,um patrao que nao oferesce os minimos beneficios ao empregado como aux creche,aux farmacia,convenio medico competente,cesta basica,já que anova regra deve ser respeitada que também os empregadores cumpram também com seus deveres,pois um país justo tem que haver justiça de ambas partes do governo,patrao e trabalhadores...

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  4. Na verdade o que ocorre acaba sendo um jogo de interesses. Por parte das empresas que oferecem para as pessoas juridicas os servicos de vagas online e tem certa deficiencia de tipos de perfis que nao costumam contratar os seus servicos e tambem por parte do governo, que mesmo pensando que se trata de uma intencao para melhorar, deveria com a ideia construir um sistema de gestao especificamente para auxiliar as necessidades de seus governados e acaba por fazer parcerias convenientes para "todos" sem avaliar o que sera causado em um futuro proximo aos que serao os verdadeiros usuarios, ou melhor, eleitores.

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