Pular para o conteúdo principal

Há empregos. Estado bem-servido

O setor de serviços continua a puxar a criação de novos postos de trabalho no Espírito Santo. Só em junho, mês de queda na geração de vagas, a atividade abriu 844 empregos formais no Estado.

Com os grandes projetos industriais ainda no papel, a economia mundial patinando e os governos federal e estadual ainda em início de mandato, é justamente a força do mercado interno que possibilitará a abertura dos 30 mil novos postos de trabalho esperados pela Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos este ano no Estado. Até agora, foram 28.105.

No primeiro semestre de 2011, a prestação de serviços foi responsável por 9.428 novas vagas. A agropecuária, empurrada pelo início da colheita do café, abriu 7.614 postos de trabalho com carteira assinada.

Construção civil e indústria de transformação contrataram, respectivamente, 3.431 e 2.899 nos primeiros seis meses do ano. Esses números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem em Brasília.

"Esse é um ano peculiar, estamos em início de governo, tanto aqui como na esfera federal, por isso a geração de vagas por meio do setor público é menos intensa, e, além disso, os vários grandes projetos previstos para o Estado ainda não saíram de fato do papel. Trabalhamos com uma perspectiva de 30 mil empregos criados no Espírito Santo até o final do ano. Pela conjuntura, 35 mil seria um número excelente", assinala o subsecretário de Trabalho e Renda, Tarciso Vargas.

Ele lembra da influência da sazonalidade no número e torce para que a crise europeia não ecloda. "Hoje, por exemplo, ainda temos muita gente contratada por conta da colheita do café, mas muitos sairão nos próximos meses, fazendo com que esse número caia. O mesmo acontecerá no fim do ano, com as contratações e demissões do Natal, tanto na indústria como no comércio. É bom frisar que uma crise de grandes proporções na Europa afetaria muito o resultado do ano. Temos uma economia focada no comércio internacional, muitos setores seriam seriamente afetados por uma desaceleração, é só lembrarmos dos impactos da crise de 2008 na nossa economia", sublinhou o subsecretário.

A sazonalidade, por sinal, influenciou o resultado do Caged capixaba de junho. Por conta dos desligamentos no campo - foram 3.923 demissões no setor agropecuário só no mês passado - o saldo geral do Espírito Santo - as admissões menos as demissões - acabou negativo, com a eliminação de 1.693 postos de trabalho com carteira assinada. Em maio, o saldo foi positivo: 12.519.

"A perspectiva é de 30 mil empregos criados no Espírito Santo até o final do ano. Pela conjuntura, 35 mil seria um número excelente"

Tarciso Vargas subsecretário de Trabalho e renda No país: 1,41 milhão de chances

Foram criados 1,41 milhão de empregos com carteira assinada no país no primeiro semestre deste ano. Com isso, houve queda de 13,4% frente ao mesmo período de 2010, quando foram abertas 1,63 milhão de vagas. A criação de empregos formais, no primeiro semestre de 2011, ficou aquém do resultado de 2008 (1,44 milhão).

"Em 2010, houve antecipações de contratações no primeiro semestre por conta do processo eleitoral. O segundo semestre (deste ano) vai ser melhor (que o primeiro)", declarou o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que manteve a previsão de 3 milhões de novas vagas formais em 2011, novo recorde.

Fonte: Gazetaonline

Escrito pelo Sr. Abdo Filho - afilho@redegazeta.com.br

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

eSocial - O que é?

O eSocial
O eSocial é dos componentes do Sistema Público de Escrituração Digital ( SPED) instituído por meio do Decreto nº 8.373/2014. Sua função principal é formalizar digitalmente as informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relativas a todos os empregados e empregadores, tanto da iniciativa privada quanto pública.
Todos os empregadores pessoa física ou jurídica, urbana ou rural, cooperativas, instituições sem fins lucrativos e administração publica municipal, estadual e federal, estão obrigados ao cumprimento das normas e prazos previstos para a entrega dos eventos do esocial.

Objetivos

Substituir de forma gradualvárias obrigações acessórias, na qual possibilitará a correta apuração dos tributos, contribuições e do FGTS;

Substituição das principais obrigações acessórias como: Sefip/Gfip, Grrf, Caged, Dirf, Rais, CAT, LTCAT, PPP e Livro de Registro de Empregados;

Reduzir a redundância de informações;

Garantir os direitos dos Trabalhadores;

Simplificar o cumprimento das obrigações p…

Contact Centers: como testes e monitoramento podem tornar o trabalho dos agentes mais fácil

Publicado em 20/01/2011 por Valentín Valle Em artigo exclusivo para o Portal Call Center Valentín Valle, diretor de desenvolvimento de negócios da Empirix para a América Latina, explica como facilitar o trabalho dos agentes de atendimento.
De acordo com um estudo realizado pela E-Consulting, em 2010, a expectativa é que o faturamento do setor de contact center no Brasil seja de aproximadamente R$ 26 bilhões, em comparação a R$ 23 bilhões no ano anterior. Acompanhando esse crescimento, a previsão é que o número de funcionários aumente de 1,33 milhão para 1,39 milhão de profissionais que trabalham nesse mercado fundamental para o sucesso dos negócios das empresas.
Frequentemente, o setor de contact center também representa a primeira oportunidade de emprego de muitos jovens, que estão iniciando suas carreiras.Uma prioridade  constante dos contact centers é descobrir uma forma de proporcionar tecnologias e ferramentas fáceis de usar, com informações úteis, e que realmente facilitem o trabal…

Está com dificuldade em organizar seu tempo? Veja aqui algumas dicas!

O tempo...
Não existe recurso mais valioso e escasso que o tempo. E também não há no mundo dinheiro que faça o tempo voltar.
Saber administrar o tempo é uma das ações mais importantes que o ser humano pode fazer para melhorar suas chances de sucesso no dia e nos negócios.
O mundo está cada vez mais corrido e agitado. A tecnologia nos deu o poder do imediatismo, estamos cada vez mais conectados, temos as informações que queremos e quando queremos na palma da nossa mão. Com a facilidade em obter informações, parece que o tempo está cada vez menor para realizarmos nossas tarefas diárias, 24 horas já não são o suficiente para um dia.
Mas o que fazer? Onde está o erro?
Sabemos que não é possível aumentar o dia para 25 horas ou mais e mesmo que fosse, não seria a solução. É preciso saber priorizar o que é urgente do que é importante, criar uma rotina, executar uma tarefa de cada vez e se organizar.
Que tal fazer uma gestão das tarefas e tempo utilizando a  tecnologia a seu favor?
Eu por diversas…