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O bom humor faz bem, inclusive no trabalho


O bom humor faz bem, inclusive no trabalho


É inegável que cada vez mais as pessoas são submetidas a ambientes estressantes. Basta apenas parar e observar o comportamento dos motoristas em horário de pico. Raras são as fisionomias que em um trânsito lento mostram-se "leves" e sem testas franzidas. Quando se chega ao trabalho, o indivíduo pode deparar-se apenas com a rede da internet lenta, por uns mininutos, mas isso é suficiente para fazê-lo "soltar fumaça" pelas narinas e considerar que todo o seu dia de trabalho será um verdadeiro caos. O remédio para aliviar toda essa tensão pode simples e não custa um único centavo: sorrir um pouco.
O simples ato de rir ajuda, por exemplo, o ser humano a liberar serotoninas e endorfinas - neurotransmissores que se disseminam por todo corpo e que proporcionam uma imensa sensação de bem-estar e prazer. A teoria de que sorrir faz bem a qualquer um, independentemente da idade, não é recente e tem sido adotada até em alguns casos que auxiliam no tratamento de pessoas enfermas. Um filme que retrata muito bem essa linha de pensamento é "Patch Adams - O Amor é Contagiante" (1998), uma comédia dramática, dirigida por Tom Shadyac, que levou às telas o ator Robin Williams que interpretou um famoso médico norte-americano.
Para ajudar os colaboradores a enfrentarem tanto os problemas organizacionais quanto os pessoais com alguma leveza, algumas empresas apostam no bom humor e dão uma "força extra" para que eles encontrem tempo para dar um sorriso e compreendam que viver não significa, obrigatoriamente, estar "ligado" numa alta voltagem. Na LG Sistemas - empresa que atua no segmento tecnológico, o bom humor faz parte dos valores organizacionais e está inserido no dia a dia de cada talento. De acordo com Karina Pimentel, gerente de RH, o aumento da competitividade, ocasionado pelo evento da globalização e pela acirrada corrida empresarial em busca da manutenção das suas sobrevivências neste novo cenário, acarretou em um ambiente de trabalho de maior pressão e consequentemente trabalhadores com maiores níveis de estresse e ansiedade.
Esses dois vilões do bom humor, o estresse e a ansiedade, contribuíram para uma significativa piora dos relacionamentos interpessoais, o que gerou uma predisposição maior para a presença de conflitos no ambiente corporativo e a instalação de doenças ocupacionais. "Diante desse contexto, as organizações começam a investir em políticas de qualidade de vida no trabalho. Posterior a isso, percebem-se investimentos em políticas de qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho, ou seja, as organizações passaram a adotaruma visão holística dos seus colaboradores, preocupando-se também com o bem-estar deles, mesmo quando os colaboradores não estão trabalhando. Atualmente, percebem-se também investimentos em políticas e estímulos ao bom humor, além de total combate ao mau humor dentro e fora da organização", avalia a gerente de Recursos Humanos.
  1. Ao ser indagada sobre as razões que levaram a LG Sistemas a investir no bom humor, ela afirma que não houve um fato relevante, pois esta prática está inerente à cultura da empresa e a companhia acredita verdadeiramente que um ambiente de trabalho alegre torna o dia a dia dos colaboradores mais agradável, uma vez que todos estão comprometidos com os resultados. Além disso, continua a gerente de Recursos Humanos, é de conhecimento de todos que o bom humor é um grande aliado da saúde e, consequentemente, da melhoria da produtividade. Ou seja, pessoas bem humoradas contaminam positivamente o ambiente.

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